Riscos, genética e ética
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A capacidade de induzir a produção de alados e de orquestrar um acasalamento controlado representa, para muitos, o ápice técnico da mirmecologia. É o ponto em que o criador transcende o papel de observador e se torna um participante ativo no ciclo de vida e no pool genético de uma espécie. Com este poder, no entanto, vem um conjunto de riscos significativos, complexas considerações genéticas e dilemas éticos que devem ser ponderados com a máxima seriedade.
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